DataBot G5 · Inteligência de decisão para a produção

O G5 lê a sua operação, simula as alternativas e recomenda com base em evidências.

A sua equipe decide e os seus sistemas executam. Os loops de agentes do G5 ajudam planejadores, engenheiros e gestores a resolver problemas de produção com os seus próprios dados, cada número rastreado até a origem e cada previsão com o erro que mediu.

35 anos de experiência industrial GPUs e modelos de IA próprios, sem IA de terceiros Cada cliente na sua própria base de dados 99,999% de disponibilidade medida (SLI)
Loops de agentes

Quatro loops de decisão sobre um loop de dados

Cada loop de decisão trabalha por uma meta de produção: lê os próprios dados e termina nas próprias decisões. Embaixo deles, o loop de dados mantém esses dados prontos e confiáveis. Todos compartilham a mesma base — o lakehouse com os seus dados conferidos contra um padrão declarado, o motor de planejamento, o machine learning que informa o próprio erro e as aprovações com responsável nomeado —, e nenhum depende do outro. Cada fábrica começa pelo loop do seu maior problema.

DataBot/SR
Revisão de suprimento

O que produzir, e quando?

Lêprevisão, pedidos, listas de materiais, roteiros, turnos e estoque, das extrações do seu ERP.
Entregaa revisão de suprimento e o S&OP com capacidade finita, os cenários comparados e cada falta com a sua restrição.
Com onboarding
DataBot/APS
Advanced Planning and Scheduling

A produção está rodando como esperado?

Lêeventos do MES, estado das máquinas, estoque na linha e a programação.
Entregaresequenciamentos, liberações de ordens e limites de WIP para aprovação, e um replanejamento a cada desvio.
Com onboarding
DataBot/Twin
Gêmeo digital do processo

O processo está rodando como esperado?

Lêsinais de processo dos historiadores ou das máquinas, só leitura.
Entregaa qualidade prevista pelos sinais do processo antes do laboratório, com o erro medido; o desvio percebido antes de estourar o limite, as causas prováveis e ajustes de setup em cartões de aprovação.
Com onboarding
DataBot/QA
Qualidade

A qualidade está saindo como esperado?

Lêinspeções em processo, resultados de laboratório, defeitos por lote e a genealogia dos lotes.
Entregaretenções e ajustes de setup propostos com as evidências, e o dossiê para a liberação que o seu sistema de qualidade faz.
Com onboarding
Os loops de dados

Todos os loops de decisão leem do mesmo lakehouse. Os loops de dados mantêm o lakehouse pronto e confiável — e, onde a regulação pede, transformam os dados dele em evidência de validação.

DataBot/ELT
Preparação de dados

Os dados estão prontos e confiáveis?

Lêarquivos de amostra e exportações, extrações agendadas e APIs, e dados da fábrica via OPC UA e MQTT.
Entregacada carga conferida contra o padrão do G5 e o dado ruim recusado pelo nome, num lakehouse que roda 24 horas por dia. Incluído em cada loop de decisão para os dados que ele lê, e vendido também à parte.
Com onboarding
DataBot/GxP
Pacote de suporte à validação

Como validar o G5 numa planta regulada?

Lêos próprios registros do G5: a trilha de auditoria, a linhagem dos dados, as versões dos modelos e os resultados de validação.
Entregaas evidências de que a sua equipe de qualidade precisa para validar o uso do G5 — integridade dos dados por construção, um sistema da qualidade de fornecedor pronto para a sua auditoria e as evidências mantidas em dia a cada mudança. Quem valida e assina é a sua Qualidade, nos seus próprios sistemas.
Em breve
O loop, passo a passo

Como funciona um loop do G5

Da sua meta até a decisão, em sete passos que todo loop de decisão segue. Escolha um:

Como o DataBot/SR planeja sua produção

Sete passos, um exemplo de uma planta de injeção plástica.

01

Percepção

Recebe pedidos, arquivos, dados e sinais de sensores.

Você pede: “Monte o plano de novembro.” Ele lê previsão de vendas, listas de materiais, roteiros, turnos e histórico de pedidos do ERP.
02

Validação

Confere os dados antes de confiar neles.

Cada carga é conferida contra um padrão declarado, e o dado ruim é recusado pelo nome: “Item 4471: operação 30 do roteiro sem centro de trabalho.”
03

Raciocínio

Descobre o que é possível, e por quê.

Um plano com capacidade finita em cerca de um minuto, com seus roteiros, máquinas e turnos reais. Cada falta aponta sua restrição: “Injetora 7 sobrecarregada em novembro.”
04

Planejamento

Transforma o objetivo em opções e as compara.

Hora extra no sábado, um pulmão de estoque menor ou o lançamento atendido primeiro? Ele faz uma rodada para cada opção e compara o nível de serviço e a carga por máquina, lado a lado.
05

Reflexão

Revisa o próprio trabalho antes de mostrar.

Um agente revisor confere a recomendação: cada número rastreado até a origem, cada previsão com o erro que mediu.
06

Ação

Usa ferramentas para fazer o trabalho.

Trabalha com quase 200 ferramentas tipadas, cada uma com um contrato que o servidor faz cumprir. Mudar um turno ou a eficiência de uma máquina muda a base do plano: vira um cartão de aprovação para o planejador.
07

Memória e aprendizado

Lembra o que aconteceu e melhora.

Quem aprovou o quê, quando e por quê fica registrado. As previsões são aprendidas com o seu histórico, nos servidores da própria DataBot.

Você no comando

O agente age sozinho dentro dos limites que você define; mudanças críticas esperam um aprovador nomeado, e cada ação fica registrada.

A produção está rodando como esperado?

Como o DataBot/APS acompanha o fluxo de produção e replaneja quando ele desvia.

01

Percepção

Acompanha o fluxo de produção enquanto ele roda.

Ele acompanha o avanço das ordens no MES, o estado das máquinas via OPC UA ou MQTT, o estoque de material no ERP e o que espera entre as células.
02

Validação

Separa problema da fábrica de problema do dado.

Cada sinal é conferido antes de ser usado. “Contador da injetora 3 parado desde 14:05; máquina indica rodando.” É falha de dado, não parada.
03

Raciocínio

Descobre o que desviou do plano, e por quê.

Ele compara o realizado com o planejado e aponta a restrição: “O ABS do item 4471 acaba quinta às 10:00, seis horas antes do próximo recebimento.”
04

Replanejamento

Replaneja em torno do problema.

Trocar a sequência na injetora 4, antecipar a resina ou dividir a ordem? Ele faz uma rodada com capacidade finita para cada opção e compara os atrasos, lado a lado.
05

Reflexão

Revisa o próprio trabalho antes de mostrar.

Um agente revisor confere o alerta e o novo plano: cada número rastreado até a origem, a causa apresentada com a evidência.
06

Ação

Usa ferramentas para fazer o trabalho.

A nova sequência vai para o supervisor do turno como cartão de aprovação, e o pedido de antecipação para o comprador, com a evidência junto.
07

Memória e aprendizado

Lembra o que aconteceu e melhora.

Cada desvio, decisão e resultado fica registrado, e os lead times são aprendidos com o que aconteceu de fato, nos servidores da própria DataBot.

Você no comando

O agente age sozinho dentro dos limites que você define; mudanças críticas esperam um aprovador nomeado, e cada ação fica registrada.

O processo está rodando como esperado?

Como o DataBot/Twin acompanha os parâmetros de processo que determinam a qualidade e propõe ajustes de setup.

00

Validação do modelo

Antes da ativação: prova o modelo com seus dados.

Primeiro, amostra de dados e resposta esperada: três meses de sinais da injetora 7 e os lotes reprovados. Ele prepara o dataset, treina e informa o erro medido e o custo de processamento. As lacunas aparecem antes de ativar a licença: “Sem dado de umidade da resina.”
01

Percepção

Acompanha os parâmetros críticos do processo.

Na injetora 7, ele acompanha temperatura da massa, pressão de injeção, colchão e tempo de ciclo via OPC UA ou MQTT, ciclo a ciclo, contra os limites que você define.
02

Validação

Confere cada sinal antes de confiar nele.

Um termopar travado num valor é falha de sensor, não mudança de processo, e é apontado pelo nome: “Injetora 7, termopar da zona 3 travado há 30 min.”
03

Raciocínio

Percebe o desvio antes de estourar o limite.

O colchão caiu por sete ciclos seguidos, ainda dentro dos limites. Causas prováveis, cada uma com sua evidência: anel de bloqueio gasto ou resina úmida.
04

Replanejamento

Propõe ajuste de setup e replaneja em torno dele.

Aumentar a dosagem e secar a resina, ou parar para trocar o anel de bloqueio? Ele replaneja o turno para cada opção e compara os atrasos, lado a lado.
05

Reflexão

Revisa o próprio trabalho antes de mostrar.

Um agente revisor confere a proposta: cada sinal rastreado até a origem, cada causa apresentada como hipótese, com a evidência.
06

Ação

Usa ferramentas para fazer o trabalho.

O ajuste de setup vai para o engenheiro de processo como cartão de aprovação, com os sinais que o justificam. O plano do turno revisado vai para o supervisor.
07

Memória e aprendizado

Lembra o que aconteceu e melhora.

Cada desvio, ajuste e resultado fica registrado: na próxima queda de colchão na injetora 7, o agente parte das causas já confirmadas.

Você no comando

O agente age sozinho dentro dos limites que você define; mudanças críticas esperam um aprovador nomeado, e cada ação fica registrada.

A qualidade está saindo como esperado?

Como o DataBot/QA acompanha a qualidade, propõe ajustes de setup e replaneja.

00

Validação do modelo

Antes da ativação: prova o modelo com seus dados.

Primeiro, amostra de dados e resposta esperada: um ano de medições de largura do clipe e os lotes reprovados. Ele prepara o dataset, treina e informa o erro medido e o custo de processamento. As lacunas aparecem antes de ativar a licença: “Falta o número da cavidade.”
01

Percepção

Acompanha os resultados de qualidade.

Ele acompanha inspeções em processo, medições dimensionais, resultados de laboratório do LIMS e defeitos por lote, cada um contra critérios de aceitação com versão.
02

Validação

Confere cada resultado antes de usá-lo.

Um resultado sem lote, ou numa unidade diferente da especificação, é recusado pelo nome: “Lote 2318-07: largura do clipe em polegadas; especificação em mm.”
03

Raciocínio

Percebe o desvio ainda dentro da especificação.

A largura do clipe do item 4471 segue na especificação, mas os últimos cinco lotes tendem ao limite superior. A genealogia aponta um lote de resina e a cavidade 3 do molde M-22.
04

Replanejamento

Propõe ajuste de setup e replaneja em torno dele.

Reter os lotes suspeitos, bloquear a cavidade 3 ou ajustar a temperatura do molde? Ele replaneja para cada opção: retrabalho, reposição e datas de embarque, lado a lado.
05

Reflexão

Revisa o próprio trabalho antes de mostrar.

Um agente revisor confere o caso: cada resultado rastreado até o lote e o instrumento, e a investigação restrita aos lotes realmente afetados, onde os seus registros ligam os lotes.
06

Ação

Usa ferramentas para fazer o trabalho.

A retenção e o ajuste de setup vão para a Qualidade como cartões de aprovação, e o dossiê de evidências vai para quem libera o lote no seu sistema de qualidade.
07

Memória e aprendizado

Lembra o que aconteceu e melhora.

Cada retenção, liberação e ajuste fica registrado com causa e resultado: o próximo desvio no molde M-22 parte do que você já aprendeu.

Você no comando

O agente age sozinho dentro dos limites que você define; mudanças críticas esperam um aprovador nomeado, e cada ação fica registrada.

O motor de planejamento

O plano resolvido contra a capacidade que você tem de verdade

Todo loop do G5 planeja no mesmo motor. O DataBot/SR conduz nele a revisão de suprimento e o S&OP do mês, e os outros loops o usam para pesar as alternativas contra a capacidade: roteiros com as máquinas candidatas, calendários de turno, eficiência e paradas, resolvidos com capacidade finita em cerca de um minuto e explicados pelo agente na sua língua.

Nível de serviço sem maquiagem

Atendido contra pedido, bruto e líquido lado a lado, e cada falta ligada à máquina ou à linha que a restringiu.

Estoque e prioridades por regra

Pulmões de estoque por dias de cobertura, grupos de prioridade com piso e teto e metas estratégicas no mesmo plano, cada um com a capacidade que consome.

Alternativas comparadas

Crie um cenário a partir de outro, mude uma coisa — um turno, uma eficiência, um pulmão —, rode de novo e compare com o original, na própria conversa.

A Torre de Controle

A tela central: o nível de serviço do plano, as suas restrições e a leitura que o agente fez da rodada — os mesmos números para planejadores e gestores, e cada rodada guardada com os dados que leu.

Machine learning

Modelos treinados com a história da sua fábrica — e com o erro à vista

Todo loop do G5 que prevê alguma coisa mostra o quanto a previsão é boa. Os modelos são treinados com os dados que a sua operação já gera, e cada um informa o erro medido em dados que não usou para aprender: você sabe quanto pode confiar numa previsão antes de planejar em cima dela.

Previsão de demanda

Previsões feitas a partir do seu histórico de vendas e pedidos, por produto, prontas para o plano — com o erro real que tiveram nos meses anteriores, lado a lado com uma previsão sazonal simples.

O seu problema, os seus dados, um modelo

Traga um arquivo de dados e diga o que quer prever. O agente analisa os dados, prepara, treina e informa o erro medido — e diz o que está faltando quando os dados não sustentam um modelo.

Sinais ao longo do tempo

Séries de sensores e de processo viram uma previsão por caso — qual ciclo, qual lote —, com os sinais que mais pesam apontados pelo nome.

Como começar

Das suas extrações até uma decisão

Para começar, nenhum projeto de integração. Traga o problema que mais pesa: o nosso time guia cada passo, com os arquivos que você já exporta.

1

Fale com um especialista

Conte qual é o maior problema — o plano, a programação, o processo ou a qualidade. É ele que escolhe o loop por onde você começa.

2

Envie as suas extrações

Os arquivos que esse loop lê, em planilhas ou extrações. Cada um é conferido contra o padrão do G5, e o que falta ou está fora do layout é recusado pelo nome.

3

Um teste com os seus dados

O loop trabalha com as suas extrações, junto com o nosso time: a decisão que ele traz, o erro que mediu e o que ainda falta, pelo nome.

4

Contrate o loop

Por loop e por planta, na edição que serve para você. Daí em diante, o que muda vai para o responsável como cartão de aprovação, e o registro guarda quem, quando e por quê.

Depois, o próximo loop

Cada loop começa quando os dados dele estão prontos e aproveita o que o primeiro já trouxe. Uma fábrica ou várias: cada planta ou unidade de negócio ganha a sua própria base de dados, com as suas pessoas e permissões.

Edições

Três edições, os mesmos loops

Todas as edições rodam os mesmos loops, na mesma versão. O que muda é como os seus dados ficam isolados, onde rodam e como você contrata.

G5 Cloud

Para a maioria dos clientes

A DataBot opera o serviço em infraestrutura compartilhada, num cluster padrão de três regiões — Virgínia, Ohio e Canadá —, com uma base de dados para cada cliente e os modelos nas GPUs da DataBot. A fábrica começa pelos arquivos que envia.

G5 Enterprise-Cloud

Para empresas, a partir de uma planta de médio porte

O mesmo cluster padrão de três regiões, com um contêiner e uma base de dados para cada cliente e os modelos nas GPUs da DataBot. A fábrica começa pelos arquivos que envia.

G5 Enterprise-Private

Para clientes regulados

Um cluster dedicado de três instâncias nas regiões que a DataBot atende — Virgínia, Ohio, Canadá, São Paulo, México, Frankfurt, Irlanda e Paris —, com acordo de tratamento de dados e nível de serviço negociados e contrato anual com o time da DataBot.

Onde o G5 para

O G5 lê, recomenda e espera o seu sim

A linha que importa separa ler de controlar. O G5 lê os dados que você autoriza, recomenda com base em evidências e leva a decisão a quem responde por ela. O que acontece depois na sua fábrica continua sob o seu controle.

1

Ler

As extrações, os arquivos e os documentos que você escolhe compartilhar; dados da fábrica só por conexões de leitura.

2

Recomendar

Alternativas comparadas, números rastreados até a origem, previsões com o erro medido.

3

Aprovar

Uma pessoa com nome decide num cartão de aprovação. As permissões ficam num só registro auditável, e quem confere cada ação é o servidor, não a IA.

4

Executar

A sua equipe e os seus sistemas executam a decisão. O G5 nunca escreve nos seus sistemas de controle.

Cada aprovação e cada ação ficam registradas: quem, o quê, quando e por quê.
Privacidade e segurança

Seus dados, a nossa IA — sem terceiros no meio

O G5 roda na nuvem da DataBot, em GPUs próprias, com modelos de linguagem hospedados por nós — e não em APIs de IA de terceiros. Os seus dados de produção, custo e qualidade são processados na nossa infraestrutura e nunca treinam modelos públicos ou de fora.

IA própria

GPUs da DataBot e modelos hospedados por nós. Nenhuma API de IA externa.

Seus dados são seus

Nunca usados para treinar modelos públicos ou de terceiros.

Quem autoriza é o servidor

Cada ação é conferida contra as suas permissões pelo servidor — a IA nunca é quem dá a permissão.

Isolado por construção

Cada cliente tem a sua própria base de dados; as edições Enterprise somam contêineres próprios ou um cluster dedicado.

Confiabilidade
99,999%
de disponibilidade medida (SLI)

Cinco noves, medidos — não prometidos

99,999% é a disponibilidade que a gente mede, não uma meta de apresentação. E ela vem da arquitetura: o G5 roda ativo em três regiões — Virgínia, Ohio e Canadá —, então perder um servidor, ou até uma região inteira, não tira o serviço do ar.

Três regiões ativas

As três regiões atendem ao mesmo tempo, e uma porta de entrada global manda cada requisição para uma região saudável.

O serviço em todas as regiões

O G5 roda em cada região, e cada instância se registra sozinha ao subir. Se uma cai, as outras seguem atendendo enquanto ela reinicia.

Três cópias dos seus dados

O lakehouse guarda cada tabela em três réplicas, uma por região. Perder uma região não perde dado nem para o serviço.

Atualização sem parada

As novas versões entram uma instância por vez, cada uma verificada antes da próxima — o serviço continua no ar durante a atualização.

Um registro da frota acompanha a versão e o sinal de vida de cada instância, 24 horas por dia.
Fácil de gerenciar

Sem tela de administração para aprender. É só pedir.

Administrar o G5 funciona do mesmo jeito que usar: conversando. Convidar um colega, dar um acesso, carregar um arquivo, mudar uma configuração — o agente prepara, e o que é crítico espera a aprovação do responsável. E como o G5 é um serviço, quem cuida da plataforma somos nós: as atualizações chegam o tempo todo e não quebram o que você já usa.

Gestão pela conversa

Pessoas, acessos, cargas de dados e configurações, tudo pelo agente. Sem formulário, sem chamado.

Um só lugar para cada permissão

Cada acesso é uma concessão única e auditável, com um papel claro — responsável, aprovador, apoio, consultado, informado (RASCI).

Aprovação onde importa

Mudanças críticas viram cartões de aprovação. Uma pessoa com nome decide, e o registro guarda quem, quando e por quê.

Nós cuidamos da plataforma

Software como serviço na nuvem da DataBot: atualizações contínuas e compatíveis com o que já roda, com monitoramento 24 horas.

Integração

Se conecta aos sistemas que você já tem

O G5 não pede para você trocar de ERP nem refazer a fábrica. Ele lê as extrações e os arquivos que você já gera, valida cada carga contra um padrão declarado — recusando dado ruim pelo nome, em vez de carregar em silêncio — e lê os dados das máquinas por protocolos industriais abertos.

ERP e sistemas de gestão

SAPOutros ERPsExtrações agendadas ou sob demandaAPI REST de envio

Arquivos e documentos

XLSXCSVJSONPPTTXTPDFFormulários escaneados e fotos

Máquinas

OPC UAMQTTEstado dos equipamentosSéries de sensores
Cada carga é conferida contra o catálogo de dados padrão do G5: um campo faltando ou um arquivo fora do layout é barrado na entrada — e não três relatórios depois.
Apresentada ao mundo na Hannover Messe 2018
A plataforma estreou na maior feira industrial do planeta e não parou de evoluir desde então — hoje na quinta geração, o G5.
Hannover Messe 2018
Contato

Vamos conversar sobre a sua operação

Conte qual é o problema da produção — um plano em que ninguém confia, pedidos que saem atrasados, uma linha que nunca bate a meta. A gente mostra um loop do G5 trabalhando nele, a começar pelas suas próprias extrações.

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