A sua equipe decide e os seus sistemas executam. Os loops de agentes do G5 ajudam planejadores, engenheiros e gestores a resolver problemas de produção com os seus próprios dados, cada número rastreado até a origem e cada previsão com o erro que mediu.
Cada recomendação chega com as alternativas comparadas, os números rastreados até a origem e o erro que as previsões mediram — pronta para quem assina.
O G5 lê o que você autoriza e recomenda. Uma pessoa com nome aprova cada mudança crítica, e cada ação fica registrada.
Comece pelo loop do seu maior problema — SR, APS, Twin ou QA — com as extrações que você já gera. Acrescente o próximo quando quiser: nenhum depende do outro.
Cada loop de decisão trabalha por uma meta de produção: lê os próprios dados e termina nas próprias decisões. Embaixo deles, o loop de dados mantém esses dados prontos e confiáveis. Todos compartilham a mesma base — o lakehouse com os seus dados conferidos contra um padrão declarado, o motor de planejamento, o machine learning que informa o próprio erro e as aprovações com responsável nomeado —, e nenhum depende do outro. Cada fábrica começa pelo loop do seu maior problema.
Todos os loops de decisão leem do mesmo lakehouse. Os loops de dados mantêm o lakehouse pronto e confiável — e, onde a regulação pede, transformam os dados dele em evidência de validação.
Da sua meta até a decisão, em sete passos que todo loop de decisão segue. Escolha um:
Sete passos, um exemplo de uma planta de injeção plástica.
Recebe pedidos, arquivos, dados e sinais de sensores.
Confere os dados antes de confiar neles.
Descobre o que é possível, e por quê.
Transforma o objetivo em opções e as compara.
Revisa o próprio trabalho antes de mostrar.
Usa ferramentas para fazer o trabalho.
Lembra o que aconteceu e melhora.
O agente age sozinho dentro dos limites que você define; mudanças críticas esperam um aprovador nomeado, e cada ação fica registrada.
Como o DataBot/APS acompanha o fluxo de produção e replaneja quando ele desvia.
Acompanha o fluxo de produção enquanto ele roda.
Separa problema da fábrica de problema do dado.
Descobre o que desviou do plano, e por quê.
Replaneja em torno do problema.
Revisa o próprio trabalho antes de mostrar.
Usa ferramentas para fazer o trabalho.
Lembra o que aconteceu e melhora.
O agente age sozinho dentro dos limites que você define; mudanças críticas esperam um aprovador nomeado, e cada ação fica registrada.
Como o DataBot/Twin acompanha os parâmetros de processo que determinam a qualidade e propõe ajustes de setup.
Antes da ativação: prova o modelo com seus dados.
Acompanha os parâmetros críticos do processo.
Confere cada sinal antes de confiar nele.
Percebe o desvio antes de estourar o limite.
Propõe ajuste de setup e replaneja em torno dele.
Revisa o próprio trabalho antes de mostrar.
Usa ferramentas para fazer o trabalho.
Lembra o que aconteceu e melhora.
O agente age sozinho dentro dos limites que você define; mudanças críticas esperam um aprovador nomeado, e cada ação fica registrada.
Como o DataBot/QA acompanha a qualidade, propõe ajustes de setup e replaneja.
Antes da ativação: prova o modelo com seus dados.
Acompanha os resultados de qualidade.
Confere cada resultado antes de usá-lo.
Percebe o desvio ainda dentro da especificação.
Propõe ajuste de setup e replaneja em torno dele.
Revisa o próprio trabalho antes de mostrar.
Usa ferramentas para fazer o trabalho.
Lembra o que aconteceu e melhora.
O agente age sozinho dentro dos limites que você define; mudanças críticas esperam um aprovador nomeado, e cada ação fica registrada.
Todo loop do G5 planeja no mesmo motor. O DataBot/SR conduz nele a revisão de suprimento e o S&OP do mês, e os outros loops o usam para pesar as alternativas contra a capacidade: roteiros com as máquinas candidatas, calendários de turno, eficiência e paradas, resolvidos com capacidade finita em cerca de um minuto e explicados pelo agente na sua língua.
Atendido contra pedido, bruto e líquido lado a lado, e cada falta ligada à máquina ou à linha que a restringiu.
Pulmões de estoque por dias de cobertura, grupos de prioridade com piso e teto e metas estratégicas no mesmo plano, cada um com a capacidade que consome.
Crie um cenário a partir de outro, mude uma coisa — um turno, uma eficiência, um pulmão —, rode de novo e compare com o original, na própria conversa.
A tela central: o nível de serviço do plano, as suas restrições e a leitura que o agente fez da rodada — os mesmos números para planejadores e gestores, e cada rodada guardada com os dados que leu.
Todo loop do G5 que prevê alguma coisa mostra o quanto a previsão é boa. Os modelos são treinados com os dados que a sua operação já gera, e cada um informa o erro medido em dados que não usou para aprender: você sabe quanto pode confiar numa previsão antes de planejar em cima dela.
Previsões feitas a partir do seu histórico de vendas e pedidos, por produto, prontas para o plano — com o erro real que tiveram nos meses anteriores, lado a lado com uma previsão sazonal simples.
Traga um arquivo de dados e diga o que quer prever. O agente analisa os dados, prepara, treina e informa o erro medido — e diz o que está faltando quando os dados não sustentam um modelo.
Séries de sensores e de processo viram uma previsão por caso — qual ciclo, qual lote —, com os sinais que mais pesam apontados pelo nome.
Para começar, nenhum projeto de integração. Traga o problema que mais pesa: o nosso time guia cada passo, com os arquivos que você já exporta.
Conte qual é o maior problema — o plano, a programação, o processo ou a qualidade. É ele que escolhe o loop por onde você começa.
Os arquivos que esse loop lê, em planilhas ou extrações. Cada um é conferido contra o padrão do G5, e o que falta ou está fora do layout é recusado pelo nome.
O loop trabalha com as suas extrações, junto com o nosso time: a decisão que ele traz, o erro que mediu e o que ainda falta, pelo nome.
Por loop e por planta, na edição que serve para você. Daí em diante, o que muda vai para o responsável como cartão de aprovação, e o registro guarda quem, quando e por quê.
Cada loop começa quando os dados dele estão prontos e aproveita o que o primeiro já trouxe. Uma fábrica ou várias: cada planta ou unidade de negócio ganha a sua própria base de dados, com as suas pessoas e permissões.
Todas as edições rodam os mesmos loops, na mesma versão. O que muda é como os seus dados ficam isolados, onde rodam e como você contrata.
A DataBot opera o serviço em infraestrutura compartilhada, num cluster padrão de três regiões — Virgínia, Ohio e Canadá —, com uma base de dados para cada cliente e os modelos nas GPUs da DataBot. A fábrica começa pelos arquivos que envia.
O mesmo cluster padrão de três regiões, com um contêiner e uma base de dados para cada cliente e os modelos nas GPUs da DataBot. A fábrica começa pelos arquivos que envia.
Um cluster dedicado de três instâncias nas regiões que a DataBot atende — Virgínia, Ohio, Canadá, São Paulo, México, Frankfurt, Irlanda e Paris —, com acordo de tratamento de dados e nível de serviço negociados e contrato anual com o time da DataBot.
A linha que importa separa ler de controlar. O G5 lê os dados que você autoriza, recomenda com base em evidências e leva a decisão a quem responde por ela. O que acontece depois na sua fábrica continua sob o seu controle.
As extrações, os arquivos e os documentos que você escolhe compartilhar; dados da fábrica só por conexões de leitura.
Alternativas comparadas, números rastreados até a origem, previsões com o erro medido.
Uma pessoa com nome decide num cartão de aprovação. As permissões ficam num só registro auditável, e quem confere cada ação é o servidor, não a IA.
A sua equipe e os seus sistemas executam a decisão. O G5 nunca escreve nos seus sistemas de controle.
O G5 roda na nuvem da DataBot, em GPUs próprias, com modelos de linguagem hospedados por nós — e não em APIs de IA de terceiros. Os seus dados de produção, custo e qualidade são processados na nossa infraestrutura e nunca treinam modelos públicos ou de fora.
GPUs da DataBot e modelos hospedados por nós. Nenhuma API de IA externa.
Nunca usados para treinar modelos públicos ou de terceiros.
Cada ação é conferida contra as suas permissões pelo servidor — a IA nunca é quem dá a permissão.
Cada cliente tem a sua própria base de dados; as edições Enterprise somam contêineres próprios ou um cluster dedicado.
99,999% é a disponibilidade que a gente mede, não uma meta de apresentação. E ela vem da arquitetura: o G5 roda ativo em três regiões — Virgínia, Ohio e Canadá —, então perder um servidor, ou até uma região inteira, não tira o serviço do ar.
As três regiões atendem ao mesmo tempo, e uma porta de entrada global manda cada requisição para uma região saudável.
O G5 roda em cada região, e cada instância se registra sozinha ao subir. Se uma cai, as outras seguem atendendo enquanto ela reinicia.
O lakehouse guarda cada tabela em três réplicas, uma por região. Perder uma região não perde dado nem para o serviço.
As novas versões entram uma instância por vez, cada uma verificada antes da próxima — o serviço continua no ar durante a atualização.
Administrar o G5 funciona do mesmo jeito que usar: conversando. Convidar um colega, dar um acesso, carregar um arquivo, mudar uma configuração — o agente prepara, e o que é crítico espera a aprovação do responsável. E como o G5 é um serviço, quem cuida da plataforma somos nós: as atualizações chegam o tempo todo e não quebram o que você já usa.
Pessoas, acessos, cargas de dados e configurações, tudo pelo agente. Sem formulário, sem chamado.
Cada acesso é uma concessão única e auditável, com um papel claro — responsável, aprovador, apoio, consultado, informado (RASCI).
Mudanças críticas viram cartões de aprovação. Uma pessoa com nome decide, e o registro guarda quem, quando e por quê.
Software como serviço na nuvem da DataBot: atualizações contínuas e compatíveis com o que já roda, com monitoramento 24 horas.
O G5 não pede para você trocar de ERP nem refazer a fábrica. Ele lê as extrações e os arquivos que você já gera, valida cada carga contra um padrão declarado — recusando dado ruim pelo nome, em vez de carregar em silêncio — e lê os dados das máquinas por protocolos industriais abertos.
Conte qual é o problema da produção — um plano em que ninguém confia, pedidos que saem atrasados, uma linha que nunca bate a meta. A gente mostra um loop do G5 trabalhando nele, a começar pelas suas próprias extrações.
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