O G5 é uma IA agêntica que trabalha na sua operação inteira. Ela planeja em cima da capacidade real, conduz o chão de fábrica, rastreia cada lote, só libera o que a qualidade aprovou e aprende com cada ordem — aproveitando os sistemas que você já tem. Comece por uma linha e chegue à empresa inteira sem trocar de plataforma.
Você administra pedindo. Pessoas, acessos, cargas de dados e planos se resolvem na conversa, e o que é crítico espera a aprovação de um responsável.
De uma função à operação inteira, de uma linha pequena a uma empresa com várias plantas — a mesma plataforma, os mesmos dados, o mesmo agente.
Funciona com o ERP, o MES, as planilhas e as máquinas que já estão aí. Sem trocar tudo e sem aquele projeto de integração interminável.
O G5 cobre o ciclo inteiro da operação, não só o planejamento. A IA agêntica fica no centro; em volta dela, planejamento, abastecimento e produção trabalham sobre os mesmos dados; a rastreabilidade e o quality gate comprovam cada lote; e o machine learning devolve o que aprendeu para o próximo plano.
Autônoma, orientada a metas, com ferramentas e multiagente — a sua central de gestão.
Um plano só, do S&OP ao turno, executado no chão de fábrica.
Cada lote, para trás e para frente, com as suas evidências.
Critérios de aceitação, verificação em processo e a decisão de liberar ou reter.
Previsão de demanda e de produção, melhoria de processo, qualidade preditiva.
Hoje todo mundo chama o próprio software de "agêntico". Nós fizemos o trabalho pesado que a palavra exige de verdade: uma IA que age sozinha dentro de limites claros, persegue as metas que você define, opera ferramentas de verdade sob a autoridade do servidor e coordena agentes especialistas — com cada passo registrado.
Planeja e executa trabalhos de vários passos por conta própria — encadeando ferramentas numa mesma pergunta ou rodando um run-book em segundo plano, passo a passo — e só para onde uma pessoa precisa decidir: toda gravação crítica espera um cartão de aprovação.
Você define a meta — o nível de serviço, as prioridades, os limites — em linguagem natural. O G5 transforma isso num objetivo que o otimizador resolve, trabalha para alcançá-lo e confere o resultado antes de responder.
Quase 200 ferramentas tipadas — rodar o plano, carregar dados, analisar, ler documentos, dar acesso —, cada uma com um contrato que o servidor faz cumprir. O agente age por meio delas, nunca por fora, e cada chamada fica registrada.
Metas grandes são quebradas em etapas e entregues a agentes especialistas, cada um com as suas instruções, ferramentas e modelo. Um agente revisor confere as respostas complexas antes que elas cheguem até você.
Tudo vem da sua própria base, e cada número mostra de onde saiu e o que significa no padrão. Nada de chute com cara de resposta.
Consultas, tabelas e gráficos sobre o seu lakehouse, montados ali mesmo, na conversa.
Mande um formulário escaneado ou uma foto. Ele lê — ou diz exatamente por que não conseguiu e pede um novo scan.
O G5 organiza a sua operação no SCOR, o padrão da ASCM, e planeja em cima da capacidade que você tem de verdade: roteiros, equipamentos, turnos e calendários. Capacidade e material são resolvidos juntos, então o plano aprovado é um plano que a fábrica consegue cumprir. E não para no plano: as ordens saem da versão aprovada, o material é puxado na hora certa e cada movimento do chão aparece no momento em que acontece.
Planos com capacidade finita em cerca de um minuto. O nível de serviço vem sem maquiagem, cada falta aponta a restrição que a causou e as rodadas são comparadas lado a lado antes de uma virar o plano oficial.
O que comprar e quando, a partir do plano e do estoque real — com pulmões dimensionados pelos lead times que você tem de fato, não pelos do cadastro.
Ordens de produção liberadas do plano aprovado; WIP sob controle com kanban e CONWIP; estado dos equipamentos e sinais das máquinas ao vivo em todas as telas.
Mostra o que está travando o plano — se é a fábrica ou o dado — e o que fazer em seguida, em qualquer horizonte.
O G5 guarda a genealogia de tudo o que você produz: quais lotes de material entraram em qual ordem, passando por quais operações, em qual equipamento, em qual turno — e por quais resultados e decisões de qualidade cada lote passou. Peça ao agente para rastrear um lote acabado até as matérias-primas, ou um lote de material suspeito até todas as ordens em que ele entrou. E a mesma disciplina vale para os dados: cada número aponta o arquivo, a extração ou o sinal de onde veio.
Do lote acabado aos materiais e às operações — ou de um lote de material a tudo o que foi feito com ele.
A investigação fica restrita aos lotes realmente afetados, e não à produção do mês inteiro.
Quem aprovou o quê, quando e por quê — em planos, ordens, decisões de qualidade e acessos.
Cada valor leva de volta à carga, à extração ou ao sinal de máquina que o gerou.
O G5 coloca um portão de qualidade entre cada etapa do processo e a seguinte. Você define o que é um produto bom; os resultados do chão são conferidos contra esse padrão assim que chegam; e um revisor, com nome e responsabilidade, decide se libera ou retém — com as evidências na tela. A retenção vale na hora: o lote para, o plano deixa de contar com ele e ninguém movimenta nada até uma nova decisão.
Para cada produto ou operação: a característica, os limites ou valores aceitos, a unidade, o plano de amostragem e a criticidade. Os critérios têm versão, e mudar um deles exige aprovação.
Medições e inspeções são registradas durante a produção — pelo operador, conversando com o agente; pelo seu LIMS ou ERP; direto do sinal da máquina; ou lidas de um formulário em papel. Quem calcula aprovado ou reprovado é o G5; ninguém digita o veredito.
O revisor vê os resultados do lote contra os critérios e decide. A liberação é um cartão de aprovação assinado por quem tem autoridade de liberação naquela planta — nunca um administrador por padrão — e pode exigir uma segunda assinatura. A retenção vale na hora e só cai com uma nova decisão. Cada decisão registra quem, quando e por quê, e entra na história do lote.
O G5 treina modelos de machine learning com os dados que a sua operação já gera — ordens, lead times, parâmetros de processo, séries de sensores e resultados de qualidade — e coloca esses modelos para trabalhar onde a decisão acontece. Todo modelo informa o erro que mediu, como um KPI: você sabe quanto pode confiar numa previsão antes de planejar em cima dela.
Previsões feitas a partir do seu histórico de vendas e pedidos, por produto e por planta, que entram direto no plano — junto com o erro real que tiveram nos meses anteriores.
Lead times e volumes realistas, aprendidos com o histórico da produção: o plano e os estoques refletem o que o chão entrega de verdade.
Descobre quais parâmetros, equipamentos e condições mexem no rendimento, no tempo de ciclo e no refugo — e recomenda ajustes testados nos seus próprios dados.
Avisa quando um lote começa a sair da especificação, ou quando uma máquina caminha para a falha, pelas séries de sensores e pelos resultados em processo — antes que o portão precise reter.
Não precisa transformar tudo de uma vez. Comece onde mais dói — uma função, em uma linha — e acrescente a próxima quando a primeira se pagar. A plataforma, os dados e o agente são os mesmos em qualquer tamanho: crescer nunca vira um novo projeto de implantação.
O plano de capacidade de uma linha, ou o quality gate de uma célula — rodando com os seus dados reais.
Some abastecimento, produção, rastreabilidade, qualidade e machine learning. Cada etapa aproveita os dados que a anterior já trouxe.
Cada planta ou unidade de negócio ganha a sua própria base de dados dentro da mesma conta, com as suas pessoas e permissões.
Uma conta, várias bases, três níveis de administração e cada aprovação registrada.
99,999% é a disponibilidade que a gente mede, não uma meta de apresentação. E ela vem da arquitetura: o G5 roda ativo em três regiões — Virgínia, Ohio e Canadá —, então perder um servidor, ou até uma região inteira, não tira a sua operação do ar.
As três regiões atendem ao mesmo tempo, e uma porta de entrada global manda cada requisição para uma região saudável.
A sua conta roda em cada região e se registra sozinha ao subir. Se uma instância cai, as outras seguem atendendo enquanto ela reinicia.
O lakehouse guarda cada tabela em três réplicas, uma por região. Perder uma região não perde dado nem para o serviço.
As novas versões entram uma instância por vez, cada uma verificada antes da próxima — o serviço continua no ar durante a atualização.
Administrar o G5 funciona do mesmo jeito que usar: conversando. Convidar um colega, dar um acesso, carregar um arquivo, mudar uma configuração — o agente prepara, e o que é crítico espera a aprovação do responsável. E como o G5 é um serviço, quem cuida da plataforma somos nós: as atualizações chegam o tempo todo e não quebram o que você já usa.
Pessoas, acessos, cargas de dados e configurações, tudo pelo agente. Sem formulário, sem chamado.
Cada acesso é uma concessão única e auditável, com um papel claro — responsável, aprovador, apoio, consultado, informado (RASCI).
Mudanças críticas viram cartões de aprovação. Uma pessoa com nome decide, e o registro guarda quem, quando e por quê.
Software como serviço na nuvem da DataBot: atualizações contínuas e compatíveis com o que já roda, com monitoramento 24 horas.
O G5 não pede para você trocar de ERP nem refazer a fábrica. Ele lê as extrações e os arquivos que você já gera, valida cada carga contra um padrão declarado — recusando dado ruim pelo nome, em vez de carregar em silêncio — e se conecta às máquinas por protocolos industriais abertos.
O G5 roda na nuvem da DataBot, em GPUs próprias, com modelos de linguagem hospedados por nós — e não em APIs de IA de terceiros. Os seus dados de produção, custo e qualidade são processados na nossa infraestrutura e nunca treinam modelos públicos ou de fora.
GPUs da DataBot e modelos hospedados por nós. Nenhuma API de IA externa.
Nunca usados para treinar modelos públicos ou de terceiros.
Cada ação é conferida contra as suas permissões pelo servidor — a IA nunca é quem dá a permissão.
Cada cliente roda nos seus próprios contêineres, com as suas próprias bases de dados.
Conte onde está doendo — um plano em que ninguém confia, um registro de qualidade no papel, uma linha que nunca bate a meta. A gente mostra como o G5 resolve, começando por uma linha e com os seus próprios dados.
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