DataBot G5 · IA agêntica para operações industriais

Do plano à liberação do lote, numa conversa só.

O G5 é uma IA agêntica que trabalha na sua operação inteira. Ela planeja em cima da capacidade real, conduz o chão de fábrica, rastreia cada lote, só libera o que a qualidade aprovou e aprende com cada ordem — aproveitando os sistemas que você já tem. Comece por uma linha e chegue à empresa inteira sem trocar de plataforma.

35 anos de experiência industrial GPUs e modelos de IA próprios, sem IA de terceiros Construído sobre os padrões SCOR e APICS 99,999% de disponibilidade medida (SLI)
Uma plataforma, cinco dimensões

Tudo o que a fábrica precisa para rodar — e para provar como rodou

O G5 cobre o ciclo inteiro da operação, não só o planejamento. A IA agêntica fica no centro; em volta dela, planejamento, abastecimento e produção trabalham sobre os mesmos dados; a rastreabilidade e o quality gate comprovam cada lote; e o machine learning devolve o que aprendeu para o próximo plano.

O ciclo PDCA completo — planejar, executar, verificar e agir — numa só plataforma, com o agente no centro.
① IA Agêntica

Agêntica não é um rótulo que colamos. É como o G5 foi construído.

Hoje todo mundo chama o próprio software de "agêntico". Nós fizemos o trabalho pesado que a palavra exige de verdade: uma IA que age sozinha dentro de limites claros, persegue as metas que você define, opera ferramentas de verdade sob a autoridade do servidor e coordena agentes especialistas — com cada passo registrado.

Autonomia

Planeja e executa trabalhos de vários passos por conta própria — encadeando ferramentas numa mesma pergunta ou rodando um run-book em segundo plano, passo a passo — e só para onde uma pessoa precisa decidir: toda gravação crítica espera um cartão de aprovação.

Orientada a metas

Você define a meta — o nível de serviço, as prioridades, os limites — em linguagem natural. O G5 transforma isso num objetivo que o otimizador resolve, trabalha para alcançá-lo e confere o resultado antes de responder.

Uso de ferramentas

Quase 200 ferramentas tipadas — rodar o plano, carregar dados, analisar, ler documentos, dar acesso —, cada uma com um contrato que o servidor faz cumprir. O agente age por meio delas, nunca por fora, e cada chamada fica registrada.

Coordenação multiagente

Metas grandes são quebradas em etapas e entregues a agentes especialistas, cada um com as suas instruções, ferramentas e modelo. Um agente revisor confere as respostas complexas antes que elas cheguem até você.

O que ela faz por você, no dia a dia

Respostas com os seus dados

Tudo vem da sua própria base, e cada número mostra de onde saiu e o que significa no padrão. Nada de chute com cara de resposta.

Análise na hora

Consultas, tabelas e gráficos sobre o seu lakehouse, montados ali mesmo, na conversa.

Do papel para o dado

Mande um formulário escaneado ou uma foto. Ele lê — ou diz exatamente por que não conseguiu e pede um novo scan.

Quem chega recebe uma primeira sessão guiada, que mostra o que o seu papel permite fazer.
② Plan · Source · Make

Um plano só, do S&OP ao turno de hoje — e o chão de fábrica executa

O G5 organiza a sua operação no SCOR, o padrão da ASCM, e planeja em cima da capacidade que você tem de verdade: roteiros, equipamentos, turnos e calendários. Capacidade e material são resolvidos juntos, então o plano aprovado é um plano que a fábrica consegue cumprir. E não para no plano: as ordens saem da versão aprovada, o material é puxado na hora certa e cada movimento do chão aparece no momento em que acontece.

Plan
S&OP · Revisão de suprimento · RCCP + DDMRP

Planos com capacidade finita em cerca de um minuto. O nível de serviço vem sem maquiagem, cada falta aponta a restrição que a causou e as rodadas são comparadas lado a lado antes de uma virar o plano oficial.

Source
Material · Pulmões · Lead times

O que comprar e quando, a partir do plano e do estoque real — com pulmões dimensionados pelos lead times que você tem de fato, não pelos do cadastro.

Make
Ordens · Kanban · CONWIP · IIoT

Ordens de produção liberadas do plano aprovado; WIP sob controle com kanban e CONWIP; estado dos equipamentos e sinais das máquinas ao vivo em todas as telas.

Torre de controle
KPIs · Exceções · Próximos passos

Mostra o que está travando o plano — se é a fábrica ou o dado — e o que fazer em seguida, em qualquer horizonte.

Construído sobre o SCOR e o corpo de conhecimento APICS: o seu time fala a língua do mercado e se compara com ela. O padrão é o produto; as regras da sua fábrica são configurações, não uma versão customizada à parte.
③ Rastreabilidade

A história completa de cada lote, a uma pergunta de distância

O G5 guarda a genealogia de tudo o que você produz: quais lotes de material entraram em qual ordem, passando por quais operações, em qual equipamento, em qual turno — e por quais resultados e decisões de qualidade cada lote passou. Peça ao agente para rastrear um lote acabado até as matérias-primas, ou um lote de material suspeito até todas as ordens em que ele entrou. E a mesma disciplina vale para os dados: cada número aponta o arquivo, a extração ou o sinal de onde veio.

Para trás e para frente

Do lote acabado aos materiais e às operações — ou de um lote de material a tudo o que foi feito com ele.

Pronto para um recall

A investigação fica restrita aos lotes realmente afetados, e não à produção do mês inteiro.

Decisões registradas

Quem aprovou o quê, quando e por quê — em planos, ordens, decisões de qualidade e acessos.

Todo número tem origem

Cada valor leva de volta à carga, à extração ou ao sinal de máquina que o gerou.

④ Quality Gate

Só segue em frente o que a qualidade liberou

O G5 coloca um portão de qualidade entre cada etapa do processo e a seguinte. Você define o que é um produto bom; os resultados do chão são conferidos contra esse padrão assim que chegam; e um revisor, com nome e responsabilidade, decide se libera ou retém — com as evidências na tela. A retenção vale na hora: o lote para, o plano deixa de contar com ele e ninguém movimenta nada até uma nova decisão.

1

Critérios de aceitação

Para cada produto ou operação: a característica, os limites ou valores aceitos, a unidade, o plano de amostragem e a criticidade. Os critérios têm versão, e mudar um deles exige aprovação.

2

Verificação em processo

Medições e inspeções são registradas durante a produção — pelo operador, conversando com o agente; pelo seu LIMS ou ERP; direto do sinal da máquina; ou lidas de um formulário em papel. Quem calcula aprovado ou reprovado é o G5; ninguém digita o veredito.

3

Revisão: libera ou retém

O revisor vê os resultados do lote contra os critérios e decide. A liberação é um cartão de aprovação assinado por quem tem autoridade de liberação naquela planta — nunca um administrador por padrão — e pode exigir uma segunda assinatura. A retenção vale na hora e só cai com uma nova decisão. Cada decisão registra quem, quando e por quê, e entra na história do lote.

LIBERARETÉM
Construído sobre os mesmos cartões de aprovação, permissões e trilha de auditoria que já governam toda ação crítica no G5.
⑤ Machine Learning

Modelos treinados com a história da sua fábrica — e com o erro à vista

O G5 treina modelos de machine learning com os dados que a sua operação já gera — ordens, lead times, parâmetros de processo, séries de sensores e resultados de qualidade — e coloca esses modelos para trabalhar onde a decisão acontece. Todo modelo informa o erro que mediu, como um KPI: você sabe quanto pode confiar numa previsão antes de planejar em cima dela.

Previsão de demanda

Previsões feitas a partir do seu histórico de vendas e pedidos, por produto e por planta, que entram direto no plano — junto com o erro real que tiveram nos meses anteriores.

Previsão de produção

Lead times e volumes realistas, aprendidos com o histórico da produção: o plano e os estoques refletem o que o chão entrega de verdade.

Melhoria de processo

Descobre quais parâmetros, equipamentos e condições mexem no rendimento, no tempo de ciclo e no refugo — e recomenda ajustes testados nos seus próprios dados.

Qualidade preditiva

Avisa quando um lote começa a sair da especificação, ou quando uma máquina caminha para a falha, pelas séries de sensores e pelos resultados em processo — antes que o portão precise reter.

Escala

Comece por uma linha. Cresça até a empresa inteira.

Não precisa transformar tudo de uma vez. Comece onde mais dói — uma função, em uma linha — e acrescente a próxima quando a primeira se pagar. A plataforma, os dados e o agente são os mesmos em qualquer tamanho: crescer nunca vira um novo projeto de implantação.

Uma função

O plano de capacidade de uma linha, ou o quality gate de uma célula — rodando com os seus dados reais.

O ciclo completo

Some abastecimento, produção, rastreabilidade, qualidade e machine learning. Cada etapa aproveita os dados que a anterior já trouxe.

Todas as linhas e plantas

Cada planta ou unidade de negócio ganha a sua própria base de dados dentro da mesma conta, com as suas pessoas e permissões.

A empresa inteira

Uma conta, várias bases, três níveis de administração e cada aprovação registrada.

Do chão de fábrica à diretoria, os mesmos números

Operação
Instruções claras, a sequência certa e menos paradas.
PCP e supervisão
Planos que se sustentam, WIP sob controle e gargalos vistos com antecedência.
Gerência industrial e da qualidade
Eficiência, custo, nível de serviço e decisões de qualidade em tempo real.
Diretoria
Uma visão consolidada para as decisões estratégicas.
Confiabilidade
99,999%
de disponibilidade medida (SLI)

Cinco noves, medidos — não prometidos

99,999% é a disponibilidade que a gente mede, não uma meta de apresentação. E ela vem da arquitetura: o G5 roda ativo em três regiões — Virgínia, Ohio e Canadá —, então perder um servidor, ou até uma região inteira, não tira a sua operação do ar.

Três regiões ativas

As três regiões atendem ao mesmo tempo, e uma porta de entrada global manda cada requisição para uma região saudável.

Sua conta em todas as regiões

A sua conta roda em cada região e se registra sozinha ao subir. Se uma instância cai, as outras seguem atendendo enquanto ela reinicia.

Três cópias dos seus dados

O lakehouse guarda cada tabela em três réplicas, uma por região. Perder uma região não perde dado nem para o serviço.

Atualização sem parada

As novas versões entram uma instância por vez, cada uma verificada antes da próxima — o serviço continua no ar durante a atualização.

Um registro da frota acompanha a versão e o sinal de vida de cada instância, 24 horas por dia.
Fácil de gerenciar

Sem painel de administração para aprender. É só pedir.

Administrar o G5 funciona do mesmo jeito que usar: conversando. Convidar um colega, dar um acesso, carregar um arquivo, mudar uma configuração — o agente prepara, e o que é crítico espera a aprovação do responsável. E como o G5 é um serviço, quem cuida da plataforma somos nós: as atualizações chegam o tempo todo e não quebram o que você já usa.

Gestão pela conversa

Pessoas, acessos, cargas de dados e configurações, tudo pelo agente. Sem formulário, sem chamado.

Um só lugar para cada permissão

Cada acesso é uma concessão única e auditável, com um papel claro — responsável, aprovador, apoio, consultado, informado (RASCI).

Aprovação onde importa

Mudanças críticas viram cartões de aprovação. Uma pessoa com nome decide, e o registro guarda quem, quando e por quê.

Nós cuidamos da plataforma

Software como serviço na nuvem da DataBot: atualizações contínuas e compatíveis com o que já roda, com monitoramento 24 horas.

Integração

Se conecta aos sistemas que você já tem

O G5 não pede para você trocar de ERP nem refazer a fábrica. Ele lê as extrações e os arquivos que você já gera, valida cada carga contra um padrão declarado — recusando dado ruim pelo nome, em vez de carregar em silêncio — e se conecta às máquinas por protocolos industriais abertos.

ERP, MES e LIMS

SAPOutros ERPsExtrações agendadas ou sob demandaAPI REST de envio

Arquivos e documentos

XLSXCSVJSONTXTPDFFormulários escaneados e fotos

Máquinas

OPC UAEstado dos equipamentosSéries de sensores
Cada carga é conferida contra o catálogo de dados padrão do G5: um campo faltando ou um arquivo fora do layout é barrado na entrada — e não três relatórios depois.
Privacidade e segurança

Seus dados, a nossa IA — sem terceiros no meio

O G5 roda na nuvem da DataBot, em GPUs próprias, com modelos de linguagem hospedados por nós — e não em APIs de IA de terceiros. Os seus dados de produção, custo e qualidade são processados na nossa infraestrutura e nunca treinam modelos públicos ou de fora.

IA própria

GPUs da DataBot e modelos hospedados por nós. Nenhuma API de IA externa.

Seus dados são seus

Nunca usados para treinar modelos públicos ou de terceiros.

Quem autoriza é o servidor

Cada ação é conferida contra as suas permissões pelo servidor — a IA nunca é quem dá a permissão.

Isolado por construção

Cada cliente roda nos seus próprios contêineres, com as suas próprias bases de dados.

Apresentada ao mundo na Hannover Messe 2018
A plataforma estreou na maior feira industrial do planeta e não parou de evoluir desde então — hoje na quinta geração, o G5.
Hannover Messe 2018
Contato

Vamos conversar sobre a sua operação

Conte onde está doendo — um plano em que ninguém confia, um registro de qualidade no papel, uma linha que nunca bate a meta. A gente mostra como o G5 resolve, começando por uma linha e com os seus próprios dados.

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